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Patinhas à Obra: inovadores de impacto social! 

Patinhas à Obra: inovadores de impacto social! 

No Inovadores de Impacto, aprendemos que inovar nem sempre significa algo que envolve tecnologia; às vezes, é sobre escuta e observação ativa: foi assim que começou essa história onde inovação tem a ver com um abrigo com mais de 100 cães. 

Foto cedida por Ana Alice Pandolfo Salvatti

Os jovens Maria Carolina Pivotto Dal Pizzol, João Rigato Peruffo, Roberta Ribeiro, Vitória Bianchi Arrarte e Ana Alice Pandolfo Salvatti do Grupo Escoteiro Ciretama – 65/RS, do Ramo Pioneiro, reuniram o amor aos animais como pontapé inicial do projeto. 

De acordo com a jovem Maria Carolina, o interesse na insígnia veio por ser algo diferenciado, quase como um “teste”, afinal todos ficam muito focados nas próprias progressões pessoais e viram isso como uma oportunidade de unir o clã. 

Um ponto que fez total diferença na hora de decidir se iríamos fazer ou não foi o fato de que pelo o que havíamos lido inicialmente sobre a insígnia, não era nada voltado à uma área específica (ambiental, social, etc), era de acordo com o que tínhamos interesse. E no nosso grupo estudamos/trabalhamos em áreas totalmente diferentes, então essa era a oportunidade perfeita de juntar todas habilidades por uma causa que ficou ao nosso critério escolher. Essa liberdade para escolher a área foi uma parte super positiva, até depois quando vimos todos projetos finalizados, a diversidade de projetos foi muito legal!

Eles escolheram a ONG “Patinhas em Apuros”, localizada em Farroupilha – RS, que conta com mais de 100 cães resgatados, alguns inclusive necessitando de remédios.  

Segundo a jovem Ana Alice, antes de chegar a essa ideia, durante o brainstorming inicial até cogitaram fazer projetos como atividades para auxiliar e ensinar idosos a utilizarem aparelhos eletrônicos e meios digitais; desde o início, já queriam seguir com o foco na causa animal e ambiental com ODS voltadas à sustentabilidade, pois ela e Roberta estavam cursando o técnico em Meio Ambiente, facilitando para trabalha na área.  

Vitória conta que a escolha da ONG veio por análise de perfil no instagram:

Antes de escolhermos a ONG definitivamente, observamos o perfil dela no Instagram e gostamos muito do fato de oferecer abrigo e proteção aos animais. Além disso, fizemos uma visita no local e percebemos que há muitos cachorrinhos precisando de atenção e cuidado. Isso nos comoveu bastante, porque queríamos encontrar uma forma de ajudá-los. […] Ainda há muitos animais que precisam de ajuda, principalmente médica, e isso me deixa ainda mais determinada a fazer mais por eles.

Ela também conta que gostaram bastante da experiência e que pretendem continuar com as arrecadações mesmo depois da insígnia!

O grupo seguiu a Metodologia, que é uma jornada dividida em etapas, o que trouxe direção desde o início. Na fase de exploração, o foco foi entender o problema real. A equipe ouviu a ONG e identificou uma necessidade objetiva: falta de tempo dos voluntários para cuidar da estrutura do espaço, especialmente a pintura dos canis.

Na ideação, foram usadas ferramentas objetivas como brainstorming e matriz CSD (Certezas, Suposições e Dúvidas), ajudando a filtrar ideias e focar no que era viável. 

A decisão final veio na etapa de solução, com escolha baseada em argumentação das ideias da etapa anterior: pintura do local e arrecadação de insumos.

O planejamento seguiu uma lógica prática, com cronograma flexível e uso de recursos disponíveis, reduzindo custos e facilitando a execução.

Foto cedida por Vitória Bianchi Arrarte

A ação aconteceu em um encontro presencial, onde o grupo realizou a pintura e interagiu com voluntários, reforçando o impacto direto da iniciativa!

O Projeto Patinhas à Obra proporcionou, através da pintura e renovação do local, um ambiente mais estável e agradável para os cachorros e principalmente para os voluntários. A doação dos 50 kg de ração arrecadados reduz a incerteza sobre a alimentação diária, trazendo mais segurança para a rotina dos animais abrigados. Os medicamentos auxiliam na proteção contra como pulgas e outras pragas, enquanto os brinquedos ampliam os estímulos e tornam o cotidiano dos cães mais ativo e saudável. 

Roberta conta que o momento mais legal de todo esse processo foi quando conseguiram colocar em prática tudo que tinham planejado!

“Não ficou só no papel, foi muito além disso. Poder ir até o local, conhecer os cachorrinhos de perto e ver como tudo realmente funciona foi uma experiência incrível. Deu uma sensação muito boa de estar ajudando de verdade, porque a situação deles toca bastante e dá vontade de cuidar de todos. Estar ali, dando atenção e deixando o ambiente um pouco melhor pra eles, foi a parte mais especial. Além disso, o próprio planejamento já me deixava ansiosa e animada pra ver como tudo ia acontecer. Foi uma experiência muito boa e que eu gostaria de repetir mais vezes no futuro.”

Apesar de parecer algo simples, João conta que uma das maiores dificuldades foi lidar com tempo: “Acho que o maior desafio foi cumprir com os prazos curtos, além de conseguir conciliar outros compromissos, como trabalho, faculdade e ter tempo para se dedicar ao projeto. Mas com a organização do grupo e conversas conseguimos alinhar e entregar tudo dentro do prazo proposto!”

O projeto se enquadra na ODS 11 (Cidades e Comunidades Sustentáveis) ao contribuir para um ambiente mais acolhedor e funcional, fortalecendo o senso de pertencimento de quem atua no local. Relatos das próprias pessoas voluntárias indicam que o espaço mais organizado e colorido impacta positivamente a motivação no dia a dia!

No conjunto, as ações fortalecem a comunidade e a continuidade do trabalho realizado com esses animais.

Espero que essa ação também tenha comovido outras pessoas e que inspire mais gente a fazer uma boa ação, alcançando um público cada vez maior.” — Vitória

Cada um deles deixou uma mensagem para os jovens que pensam em participar do Inovadores de Impacto:

João: Na minha opinião, acho que vale muito a pena fazer a Insíginia Inovadores de Impacto pois estimula o jovem a ajudar o póximo, seja arrecadando doações, ou elaborando projetos sociais para melhorar o ambiente social. Mesmo que possa ser difícil no começo, em concluir as atividades propostas e entregar um bom projeto, no final outros jovens admiram o que você e seu grupo fizeram e se sentem inspirados para ajudar o próximo

Vitória: Participar do projeto inovadores de impacto foi muito mais do que conquistar um certificado, foi uma experiência que nos fez olhar com mais atenção para aqueles que precisam do nosso carinho e ajuda e que, muitas vezes, passam despercebidas pelas pessoas. Percebemos que fazendo isso, conseguimos gerar uma diferença grande na vida dessas pessoas, elas se sintam felizes não só pessoas, como no nosso caso os animaizinhos. 

Por isso eu incentivo com muito prazer que os jovens realizem esse projeto porque além de ser uma oportunidade de aprender é uma forma de desenvolver valores como a empatia, respeito e responsabilidade. Além disso nos ensina a trabalhar em grupo e fortalece a amizade e a conexão da tropa.

Maria Carolina: Para quem tem interesse em fazer algo diferente com impacto real, participando ativamente em diversos processos que vão fazer a diferença na vida de alguém, por menor que seja, a Insígnia Inovadores de Impacto é a oportunidade perfeita para mostrar sua capacidade, criatividade e botar em prática a ajuda ao próximo. É uma insígnia que faz a gente se sentir bem!🤍

Ana Alice: O Inovadores de Impacto é muito mais do que uma insígnia, é uma chance real de transformar ideias em ações que fazem a diferença. Às vezes a gente acha que precisa ter tudo pronto, mas o mais importante é começar. Cada pequena atitude já gera impacto. Então vão atrás, participem, testem suas ideias e não tenham medo de tentar, pois vocês podem mudar muito mais do que imaginam.

Roberta: Uma mensagem que posso deixar para os próximos que vão fazer seria que aproveitem cada etapa dessa insígnia, porque no final tudo vale muito a pena. Mesmo com desafios, é uma experiência que faz a gente crescer e perceber que pequenas ações podem gerar grandes impactos. Não tenham medo de tentar e inovar e vocês são capazes de fazer a diferença!

Inscrições abertas para a Jornada do Líder 2026: Jovens inovando a Educação no Brasil!

Estão abertas até o dia 16 de março de 2026 as inscrições para a Jornada do Líder 2026, uma formação gratuita, voltada para jovens de 15 a 24 anos interessados em atuar como agentes de transformação na educação brasileira.

O programa foi criado para capacitar jovens de todo o país a se tornarem líderes em suas comunidades, abordando temas como política pública, liderança, educação e o funcionamento da máquina pública.

A Jornada do Líder tem duração de cinco meses e combina aulas ao vivo, conteúdos digitais, atividades práticas e acompanhamento contínuo para os 80 jovens que serão selecionados.

Mais do que um curso, a Jornada do Líder é uma experiência prática que conecta os participantes selecionados à realidade de suas comunidades, fortalecendo habilidades de liderança e promovendo o desenvolvimento de soluções eficazes. Com mentorias personalizadas e formações conduzidas por especialistas renomados, o programa potencializa o impacto local e amplia o aprendizado dos jovens líderes.

Para ler o edital completo e preencher o formulário de inscrição, clique no link abaixo!

Sobre o Mapa Educação

O Movimento Mapa Educação é uma organização da sociedade civil, sem fins lucrativos e suprapartidária, que atua para que a Educação Básica atenda às reais necessidades das juventudes brasileiras.

A organização trabalha a partir do protagonismo jovem, promovendo formação, escuta ativa, articulação e mobilização social. Sua rede é composta por mais de centenas de lideranças ativas, distribuídas por todas as regiões do país, organizadas em grupos de mentoria e atuação territorial.

Somente em 2024, o Mapa Educação mobilizou mais de 240 voluntários, realizou mais de 100 projetos educacionais e impactou diretamente milhares de pessoas em diferentes municípios brasileiros. Ao longo de sua trajetória, o movimento também promoveu conferências nacionais, pesquisas sobre juventudes e ações de incidência política em espaços institucionais.

Resultado do 16º Concurso de Fotografia

Chegou o momento mais esperado do nosso concurso! Queremos parabenizar a todos que participaram e dividiram sua visão do “Escotismo em Movimento” conosco, celebrando momentos que revelem a vitalidade do nosso Movimento, vivências, superação de desafios, trabalho em equipe e conquistas que inspiram! 

Veja a seguir a lista dos vencedores do 16º Concurso de Fotografia:

Chamada Aberta: Moot Pioneiro 2026

O Moot Nacional Pioneiro é a mais importante atividade do Ramo Pioneiro em todo o país! Esse ano teremos sua 2ª edição — realizada de 18 a 23 de julho de 2026 — na cidade de Caxias do Sul e em diversos municípios da Serra Gaúcha. 

O tema “Explorar o mundo, ampliar horizontes”, além de reforçar o Marco Simbólico do Ramo Pioneiro, nasce da ideia simples e profunda de sair de onde se está para enxergar mais longe: conhecer outras realidades, encontrar novas pessoas, descobrir novos caminhos e voltar diferente.

As Rotas são o coração dessa vivência: são experiências realizadas em diferentes cenários, que conectam território, cultura, natureza e serviço comunitário. Em cada Rota a corresponsabilidade ganhará forma e se converterá numa vivência inesquecível. 

E é por meio desta Chamada Aberta que os Escoteiros do Brasil convidam pioneiros de todas as Regiões Escoteiras a assumirem o papel de Coordenadores de Rota, exercendo a liderança na concepção, planejamento e condução dessas experiências, em conjunto com a Coordenação do Moot. 

  • Serão selecionados 12 pioneiros: 6 titulares e 6 suplentes. 
  • Os pioneiros selecionados como titulares receberão isenção da taxa de inscrição no evento.
  • Os suplentes quando convocados e efetivados, assumem integralmente a função e têm isenção da taxa de participação, nas mesmas condições dos titulares.

Para inscrever-se, é necessário:

  • Ter mais de 18 anos até a data de início do evento e menos de 22 anos até a data de término do evento;
  • Estar com o registro escoteiro vigente junto à UEB e registrado na categoria Beneficiário do Ramo Pioneiro, vinculado a um Clã Pioneiro ativo;
  • Ter disponibilidade entre fevereiro e julho de 2026 para reuniões de planejamento da Rota;
  • Demonstrar experiência prévia em atividades do Ramo Pioneiro, projetos, equipes de interesse ou participação ativa no seu Clã Pioneiro;
  • Assinar o Acordo de Trabalho Voluntário junto a Coordenação do 2º Moot Nacional Pioneiro;
  • Comprometer-se com o cronograma e as entregas da coordenação;
  • Enviar seu Currículo Escoteiro destacando: serviços e ações realizadas;
  • Enviar vídeo sobre a motivação para coordenar a Rota;
  • Enviar carta de recomendação do Clã e da Diretoria da UEL.
  • Participar da entrevista com a coordenação do Moot;

A inscrição deverá ser feita por formulário entre 28/01 a 20/02


ATENÇÃO!

As inscrições foram prorrogadas até 14/03.

Outras datas serão confirmadas posteriormente! ⚜️


Os critérios para seleção serão: 

  • Motivação e alinhamento aos valores escoteiros;
  • Capacidade de organização e responsabilidade;
  • Criatividade e clareza no planejamento;
  • Representatividade das áreas geográficas;
  • Equidade de gênero, diversidade e inclusão em alinhamento com as Políticas Nacionais;
  • Compromisso com serviço e trabalho coletivo.

Os pré-selecionados serão convocados para entrevista.

Cronograma de principais datas

Os selecionados serão anunciados nos canais oficiais dos Escoteiros do Brasil e imediatamente integrados às suas respectivas equipes.

Leia aqui o edital completo!


ATUALIZAÇÃO:

Confira o resultado da Chamada Aberta para Coordenadores de Rotas:

O processo seletivo foi concluído e já temos os nomes selecionados! Parabenizamos todas e todos os pioneiros que participaram, em especial os candidatos aprovados, que agora assumem esse importante papel na construção do nosso evento. Que essa experiência seja marcada por aprendizados, trocas e grandes realizações!

Selecionados:
Maria Eduarda Sacani dos Santos – SC
Miguel Bertoldo Wanderley – MG
Milena Gonçalves Leite – SP
Nicole Alves Rocha – GO
Nina Hartz de Oliveira – RJ
Pedro Oliveira de Faria Pereira – DF
Sofia Marinho Pimentel – RO

Selecionados Suplentes:
8. Otávio Jensen Aurora – RS
9. Henrique Almeida de Albuquerque – SC
10. Maria Eduarda Moreira Chaves – RJ
11. Pedro Guilherme de Oliveira Inocêncio – SP
12. Guilherme da Silva Sehnem – SC
13. Bibiana Florian – RS

Em caso de dúvidas, entre em contato com  [email protected]

26 coisas para fazer em 2026

Mais um ano chegou e com ele mais 365 oportunidades de aventuras! E para abrir 2026 com tudo, conversamos com voluntários e separamos 26 atividades para você realizar durante esses 12 meses que temos pela frente:

1. Ir a uma cachoeira: parece pouco, mas nada melhor que deixar a correnteza levar as energias do ano passado embora!

2. Fazer skibunda: aproveitando os primeiros meses de verão, essa atividade pode ser feito tanto na areia, quanto na lona com sabão, o importante é se divertir muito! 

3. Levar uma pessoa nova para participar de uma atividade no seu grupo: essa é uma chance muito legal de apresentar o Escotismo para um amigo ou familiar e finalmente fazer eles entenderem o porquê você não abre mão dos sábados com o seu grupo! Quem sabe eles também não se apaixonam pelo Movimento?

4. Plantar uma árvore: já provamos que unidos conseguimos plantar mais de 100.000 árvores em apenas um ano! Cada pequena ação importa; já dizia o poeta que para deixar um legado, basta plantar uma árvore. Então escolha uma e cultive com carinho, a natureza agradece!

5. Construir uma pioneiria que você nunca fez: pode ser um abrigo natural ou mesmo um fogão suspenso, o importante é se desafiar e aprender algo novo!

6. Participar de um Jogo da Cidade no centro histórico da sua cidade: essa é uma atividade que pode ser feita por todos os Ramos (mudando a complexidade, é claro) mas a parte divertida segue a mesma! Aqui os jovens irão competir entre si para cumprir o máximo de objetivos possíveis ao mesmo tempo que vão explorar um local novo com riqueza cultural. 

7. Tomar um banho de chuva: independente da idade, poucas coisas tem sensação mais libertadora! Fique descalço e divirta-se pulando nas poças e até mesmo fazendo guerrinhas de balão d’água com seus amigos (mas cuidado para não se resfriar, viu?)

Foto por Sthefany Garcia

8. Participar de um evento Regional ou Nacional: essa é uma ótima oportunidade para conhecer escoteiros de outros lugares e fazer novas amizades! Aproveite para trocar lenços com o nó da amizade!

9. Acampar com alguém que nunca acampou e ver o nascer ou pôr-do-sol com ele: mostre ao seu círculo social fora do Escotismo a beleza que a vida ao ar livre traz! Você pode replicar algumas coisas que seu grupo faz em acampamentos para deixar tudo mais divertido, mas o foco é a beleza do nascer e do pôr-do-sol. Será que vocês conseguem se programar para ver ambos no mesmo dia?

10. Colher (e comer) alguma fruta direto do pé: essa atividade pode ser feita o ano todo e garante uma variedade de sabores conforme as estações vão mudando! Pode ser morango, maçãs, mexericas… só cuidado quando for pegar frutas no alto! 

11. Começar a arrecadar dinheiro para ir a um evento escoteiro internacional: você pode fazer artesanatos ou vender comidinhas para seu grupo, amigos e colegas; o que importa é você ter objetivos claros e saber quanto você precisa arrecadar a partir de agora até a data do evento.  

12. Conquistar uma especialidade ou uma insígnia nova (de interesse especial ou global): para os ramos Sênior e Pioneiro há novas especialidades como Esportes de aventura; Diversidades; Liderança e gestão; Desenvolvimento comunitário; Viagens… Tem espaço para todos conquistar algo novo dentro do Escotismo! 

13. Faça um alimentador de pássaros: você pode reutilizar uma garrafa PET e outros materiais recicláveis para construir um — você pode ver como fazer isso com alguns vídeos online, como esse aqui!

Foto por Lu Cabral

14. Faça uma visita solidária a um hospital ou lar de idosos: pode parecer pouco, mas às vezes uma companhia para jogar algo ou bater papo é justamente o que essas pessoas precisam! 

15. Faça um piquenique com aquele amigo que vocês vivem “marcando de marcar algo”: chega de procrastinar esse encontro! Combine de cada um levar comidas e bebidas e encontrem-se em um parque. Ah, não se esqueça de levar uma toalha para pôr no chão 🙂 

16. Participar de um Fogo de Conselho: é um momento de confraternização que fortalece o grupo, cria memórias marcantes e nos aproxima do espírito do Escotismo. 

17. Aprender primeiros-socorros (melhor ainda se for em campo!): esse é um conhecimento imprescindível para qualquer escoteiro, mas já pensou em como seria aplicar ele em campo? Converse com seu grupo e façam essa experiência! Chamem pessoas que ainda não saibam primeiros socorros também!

18. Participe de um mutirão de limpeza de rios, lagos ou praias: esse tipo de ação é extremamente recompensante porque você vê o resultado na hora! Além disso, fortalece o senso de pertencimento e mostra que pequenas atitudes constroem um mundo melhor.

19. Instalar um alimentador de borboletas em áreas verdes de sua cidade: além de ser fácil de fazer (você pode ver como fazer isso com alguns vídeos online, como esse aqui) você contribui para a biodiversidade local, ajuda o meio ambiente e deixa a cidade mais bonita! 🦋

20. Passar um dia inteiro sem celular durante uma atividade: pode ser alguma dessa lista ou com seu grupo escoteiro, mas perceba como o tempo muda quando a atenção está no presente!

21. Separar roupas em bom estado e doar com intenção: pensar em quem vai receber, não só em “desocupar espaço”. Não doe nada que não esteja em bom estado!

22. Ajudar em um abrigo de animais: seja com limpeza, cuidado ou divulgação de adoção, gera impacto direto em quem precisa, desenvolve empatia e ainda permite ver o resultado desse esforço na prática!

23. Doar sangue: fique de olho nas redes sociais dos bancos de sangue, eles sempre avisam quando estão com falta. Caso você não possa doar, veja se está apto para a doação de plaquetas e incentive amigos e familiares!  

24. Ensinar um jogo escoteiro para alguém da família: fortalece vínculos, valoriza o conhecimento escoteiro e transforma esse momento em troca, aprendizado e diversão compartilhada! Bônus para você se for ao ar livre!

25. Faça um ponto de coleta de lixo eletrônico ou blisters (cartelas de remédio): pode ser em um mercado, comércio de seu bairro, divulgue que pode deixá-los na sede do seu grupo escoteiro para reciclar! Essa pequena atitude tem um impacto ambiental imediato, envolve a comunidade e mostra que jovens podem liderar soluções simples e eficazes.

26. Ler uma das obras originais de Baden-Powell: é uma forma de se aproximar e se conectar com as origens do Escotismo, conhecer melhor sobre as vivências e opiniões de B-P, além de compreender os “porquês” de continuarmos com o Movimento do jeito que ele é!

Escoteiros brasileiros conquistam medalhas no Campeonato Mundial de Tiro com Arco na Argentina

Entre os dias 3 e 8 de novembro de 2025, a cidade de Santa Clara del Mar, na Argentina, sediou o WIAC 2025 (World Indoor Archery Championship), reunindo arqueiros de diversas nacionalidades em uma competição marcada por alto nível técnico e espírito esportivo!

Representando o Brasil, o sênior Gustavo Teruo Hayakawa Biscalquim e a guia Raquel Kaori Yokohama, ambos do Grupo Escoteiro Novo Horizonte (195/PR), demonstraram muito foco e determinação na competição! Certamente o espírito do “sangue grená” que corre neles fez com que conquistassem o pódio!

Gustavo Teruo foi campeão na categoria Juvenil Masculino BBR (Sub-17), enquanto Raquel Kaori conquistou a medalha de prata na categoria Juvenil Feminino BBR (Sub-17), levando o nome do Brasil e do Movimento Escoteiro ao pódio internacional!

Veja a seguir o depoimento exclusivo que os atletas cederam aos Escoteiros do Brasil:

“Desde muito cedo. Eu queria praticar arqueria, mas eu não tinha idade… Então há cerca de um ano eu tive a oportunidade de começar a praticar. Durante o ano eu fui evoluindo e me destacando nas provas; onde o nosso técnico Junior, ele me chamou para o Mundial para representar o Brasil no Mundial. Foi muito emocionante! Foi meu primeiro campeonato internacional!

Eu fiquei muito feliz e empolgada com o convite, eu estava me preparando para outra viagem, do meu aniversário de 15 anos, mas que acabou acontecendo no mundial! O que foi muito legal, pois todo mundo cantou parabéns pra mim na quadra antes da prova!

Houve dificuldades, sim, como vencer a ansiedade, o nervosismo para manter a concentração… E foram 3 dias de prova. Eu obtive um resultado muito bom, recebi a medalha de prata! 

A expectativa agora é treinar bastante para em 2027 conquistar o ouro nos Estados Unidos!” — Raquel Kaori Yokohama

“Eu comecei com sete anos e parei aos nove por conta dos estudos, […] e voltei em 2023 e desde então foi classificando para campeonatos grandes assim. Em 2023 eu ganhei um campeonato brasileiro, em 2024 mais outro brasileiro e agora, esse último, no campeonato mundial! 

Eu queria falar muito, que eu gosto muito de esporte, […] fui incentivado pela minha família fazer pelo meu primo que fazia arco e flecha desde criança também, e que é um esporte muito massa!

A primeira sensação que eu tive foi de felicidade e realização ao mesmo tempo, né? Querendo ou não, você tá realizando um sonho, né? É o sonho de todo atleta ir pro Mundial […] Quando eu voltei pro Brasil eu me senti muito acolhido pelos meus amigos do escoteiro, meus amigos da escola, todos me parabenizando…” — Gustavo Teruo Hayakawa Biscalquim

Sempre Alerta!

Insígnia inovadores de impacto: conheça a 1ª jovem a conquistá-la!

Você já imaginou ser a primeira pessoa do país a ganhar uma insígnia? Bem, a Victória Linda, do Ceará, sabe bem a sensação!

Ela foi a 1ª pessoa a conquistar a insígnia Inovadores de Impacto; criada através de uma parceria entre os Escoteiros do Brasil, a WOSM e a Accenture para inspirar jovens a transformar suas comunidades por meio de projetos reais utilizando o Design Thinking. 

A jovem de 16 anos fez seu projeto sobre dignidade e higiene menstrual, e nos concedeu uma entrevista exclusiva sobre essa jornada! Seu pai, o voluntário Marcos Clayton também participou desse bate-papo.

Segundo Victória, o tema surgiu da percepção de que antes as pessoas não tinham liberdade para falar sobre menstruação, pois havia (e ainda há!) um receio em tratar de algo totalmente normal para todas as mulheres. Ela conta que muitas meninas da sua idade ainda sentem vergonha de conversar com os pais ou até de comprar um absorvente; e também cita o fato de muitas pessoas sequer terem condições de comprar absorventes, o que é caracterizado como “pobreza menstrual”. 

Ao pesquisar sobre o assunto, descobriu formas de conseguir o produto gratuitamente. Seu objetivo era de abrir a mente das pessoas ao redor de sua comunidade e também de instruir mulheres e meninas em vulnerabilidade a conseguir absorventes de forma gratuita, para melhorar sua qualidade de vida. 

Mas esse tema não foi a 1ª opção! Quando perguntamos sobre como surgiu essa ideia, ela e o pai responderam que veio após muito trabalho dentro da metodologia. 

Marcos diz que desde lobinha, ela sempre trabalhou com vida marinha e o ODS 14: “Vida na Água”, que visa a conservação e o uso sustentável dos oceanos, mares e seus recursos marinhos. Quando surgiu esse desafio do Inovadores de Impacto, as exigências da financiadora (uma outra ONG) eram de que não podia usar o ODS 14 e tinha que usar o design Thinking. 

Victória disse que essa exigência foi um dos seus maiores desafios! Saindo de sua zona de conforto e de sua área de especialidade, de início a jovem conta que ficou sem saber por onde seguir e bastante assustada pela incerteza.  Ela conta que seu interesse pelo meio ambiente já vem de muito tempo e que seu primeiro projeto nessa área foi o “Adote seu Copo”, incentivando pessoas a levarem seus próprios copos de casa para evitar o uso dos descartáveis; mas não nega que a trajetória do pai, também do Movimento Escoteiro, a inspira muito nesse tema!

Mas foi justamente isso que ajudou a afunilar os temas; com a exigência de trabalhar com 4 ODS específicos e durante sua pesquisa, Victória encontrou caminhos relacionados ao autocuidado e à saúde, até chegar ao tema da higiene menstrual, que abrange tudo isso!

Cartaz desenvolvido por Victória, como um resultado de sua pesquisa!

“E aí eu pensei sempre que falam muito sobre higiene no geral, mas não falam sobre menstruação. Então pensei: por que não menstruação? Porque até hoje as pessoas têm um pouco de receio, como aconteceu no meu próprio grupo. Então vamos falar sobre menstruação para as pessoas terem uma mente mais aberta. Os chefes homens que têm, as escoteiras, as guias, terem uma mente mais aberta, porque, assim, normalmente sempre é ‘ah, frescura’ ou quando a mulher precisa faltar no trabalho ou na escola sempre falam: ‘ah, é frescura, é besteira, é só uma dorzinha, é algo básico’. Não, não é. Não é frescura não. Vou mostrar para você que não é frescura.”

Marcos também complementa que quando Victória começou a desenvolver o material, ela realizou pesquisas e questionários para compreender melhor a realidade e identificou que muitas pessoas ainda enfrentam grande dificuldade para conseguir absorventes. Foi através disso que ela resolveu criar um cartaz explicando como obter absorventes gratuitamente, já que quase ninguém tem essa informação e muitas pessoas ainda passam o dia com um único absorvente, pois só conseguem adquirir uma caixinha por mês. Com todo esse contexto, saber e divulgar que o governo fornece gratuitamente representa uma mudança significativa na qualidade de vida dessas meninas e mulheres! 

Mas o maior desafio de todos ainda foi o tabu! 

Mesmo com os avanços sociais que tivemos até agora, 2025, a jovem conta que sentiu muita dificuldade em abordar o assunto.

“No dia do desfile do sete de setembro, eu ia aplicar essa atividade falando com as pessoas no final do desfile […] E aí eu ia aplicar essa atividade dando uns kits de higiene, falando sobre higiene no geral, com foco em menstruação. Lógico, ia falar com as pessoas. Só que aí o financiamento não chegou. Mas então eu pensei: ‘vou aplicar com as sessões do meu grupo’.

Aí eu fui falar com a chefe da alcateia e com a chefe da Tropa Escoteira. A chefe da Tropa Escoteira, ela ainda ficou com um pouco de receio, porque atualmente só tem uma menina na tropa escoteira; então ela achou que não seria um conteúdo muito legal… Mas ela também me ajudou no meu projeto: ela criticou algumas coisas que me ajudaram a me aprofundar mais no tema.

E eu também falei com o chefe da alcateia que ela não gostou mesmo. Ela falou que é um assunto muito forte assim para as crianças da idade dos lobinhos. Ela não gostou, achou muito forte… E eu… Bom, tudo bem, eu só aceitei.”

Marcos explicou que, nesse caso da Alcateia, Victória fez uma abordagem que utilizava os itens de progressão dos lobinhos para desenvolver o tema, já que, para conquistar o Cruzeiro do Sul, era necessário abordar certos pontos relacionados. No entanto, mesmo com esforços, foi preciso buscar outro público, em escolas e outros espaços, para aplicar o projeto. Dentro do próprio grupo, houve dificuldade, pois a chefe da Alcateia, mesmo sendo mulher, ainda considerava o tema um tabu e não concordava em tratá-lo com as crianças.

Felizmente, nesses outros espaços, a jovem conta que a aprovação foi melhor! 

“Na escola teve uma aceitação bem melhor do que no Grupo Escoteiro, ou pelo menos com a minha chefe, teve uma aceitação bem melhor. Na minha escola tem um podcast e eles fizeram um podcast sobre menstruação e foi muito bom! Esse podcast não foi eu que fui entrevistada, mas eu assisti o episódio. Foi muito bom de verdade. 

Ninguém fez piada, piada de mal gosto assim e principalmente na sala de aula, na aula de ciências, quando o professor vai falar sobre esse assunto, às vezes os meninos ficavam ‘Ai que nojo, eu não sei o quê’; atualmente não tem isso, pelo menos na minha sala… Na minha escola não tem mais isso. Isso é realmente muito bom, porque eles abriram a mente e viram que é algo totalmente normal da mulher. Toda mulher tem.”

Perguntamos qual foi a melhor parte de desenvolver seu projeto e o que mais marcou esse processo, e ela respondeu que foi ter participado de um podcast com uma voluntária escotista que fez um curso capacitante sobre o Inovadores de Impacto; e, apesar da experiência não ter sido como o planejado, foi melhor do que ela esperava!

“Acredito que foi ontem que participei de um podcast e em que eu também fui entrevistada! A conversa foi com uma chefe de Santa Quitéria, no interior do Ceará, que havia feito um treinamento em Curitiba sobre a insígnia Inovadores do Impacto. Depois que ela voltou, decidimos gravar juntas… Ah, na verdade, a ideia era de nós darmos uma palestra para os Ramos Sênior e Pioneiro, mas aí não foi ninguém, porque a gente não lançou no Paxtu! […] mas isso não nos desanimou. 

A gente sentou lá, uma na frente da outra, fez o podcast e eu perguntei sobre o que é a insígnia, né? Para ela também falar. Aí trocamos perguntas e acredito que foi algo bem mais íntimo, que me deixou mais leve, e eu consegui me expressar melhor. Então foi muito legal! 

Outro momento especial também foi quando meu pai mandou a mensagem dos Escoteiros do Brasil falando que a primeira insígnia foi conquistada e eu fiquei ‘Meu Deus, essa pessoa sou eu!’ Eu fiquei muito feliz, tipo, eu me esforcei bastante, então acredito que assim o mérito realmente seja meu! E eu tive esse reconhecimento que eu queria!”

Ela contou que se sentiu muito mais leve, embora estivesse bastante tensa no início, por ter certa dificuldade em falar em público, mas confessa que ficou chateada quando ninguém apareceu. Porém, a ideia de transformar o momento em um podcast trouxe alívio e transformou a experiência em algo bem mais leve: conta que ambas conseguiram se soltar, e ela percebeu que conseguiu se expressar melhor, falando com mais clareza sobre o projeto. Ela acredita que se tivesse sido com público, teria falado menos ou até esquecido alguns pontos importantes. E, além de tudo, nos contou entre risadas que os erros de gravação tornaram tudo mais divertido!

“Bom, eu falaria para os jovens de hoje que comecem a se interessar mais pelas coisas, porque, sinceramente, vejo que muitos não têm e foi o que aconteceu aqui […] Gente, é uma coisa tão legal! No começo, quando a gente pega o material, pensa: ‘Ai, meu Deus, é muita página, é muita coisa, vou cansar, não quero fazer’. Mas, quando você senta e começa a estudar, vê que não é algo surreal, entendeu? Não é um bicho de sete cabeças! 

Então, tipo, quando você vai lendo, você vai se interessando pelo assunto e logo você começa a criar o próprio projeto. E você não precisa fazer isso sozinho. Você pode ter ajuda dos seus pais, dos seus chefes ou até dos seus amigos, porque com mais gente é tudo mais legal!

Então eu falaria pra eles correrem atrás desse sonho, para fazer uma mudança, não só no Brasil, mas no mundo. Quando você se dedica, o reconhecimento vem, como aconteceu comigo. Então você vai ter se esforçado, você vai ter ajudado novas pessoas, vai ter feito as pessoas entenderem mais sobre o assunto que você escolheu… Você muda a mente das pessoas, consegue ajudar os outros e ainda tem o seu reconhecimento. Além disso, o aprendizado fica com você! Então assim, se você for ver algo relacionado sobre esse tema na escola ou em outro lugar, você já vai saber!”

Complementando sua própria fala, Victória conta que através do Movimento Escoteiro ainda consegue aproveitar plenamente a juventude e que já conseguiu viajar pelo Brasil acampando em eventos como Camporees e outros! Disse que, além de viver tudo isso, sente que contribui para um mundo melhor e se sente bem consigo mesma; afinal, para a jovem, fazer a própria parte é o que traz tranquilidade e consciência limpa em saber que está construindo um mundo melhor. 

Ressaltou a importância de cuidar da Terra, especialmente diante da situação atual e dos impactos visíveis (como o que acontece na Amazônia) e que cada pequena atitude importa. Seu desejo é inspirar outras pessoas a entenderem que cada pequeno passo importa, e que a transformação socioambiental é construída diariamente por nossas atitudes: “Se cada uma das oito bilhões de pessoas fizer a sua parte, o mundo já vai melhorar muito! Mesmo que você pense ‘ah, sou só uma pessoa’, saiba que sim, a sua atitude ajuda!”

Victória junto de seu pai, Marcos Clayton.

Ela também compartilhou que, além de ter sido a primeira a ganhar essa Insígnia, também irá participar da COP 30 por meio de outra ONG!   

Se não fosse o Movimento Escoteiro, eu não teria descoberto essa ONG! Então, sim, eu vou levar o meu lenço Escoteiro para a COP 30, porque se não fosse o Movimento Escoteiro eu não seria nada. Se eu não fosse escoteira, eu não seria a Victória. 

Então eu agradeço muito aos Escoteiros do Brasil, agradeço a Baden-Powell, porque eles formaram a minha personalidade, o meu jeito. 

E assim como o meu pai falou, ele entrou no Movimento Escoteiro pequenininho e conquistou tudo… Então assim para mim, ele é minha maior inspiração, ele é meu tudo! Nossa, eu amo meu pai de verdade.” 

No fim das contas, o que mais impressiona na história de Victória não é apenas a conquista da insígnia, mas o caminho até ela. Assim como o próprio Escotismo, toda essa trajetória (do projeto e da vida!) mostra evolução e movimento, mas sem perder a ternura e a troca entre gerações. 

A dedicação e a vontade de aprender abriram caminhos que estão a levando para o maior evento de sustentabilidade do mundo, a Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas, a COP 30! Lá, ela vai representar todos os irmãos e irmãs de lenço do país e mostrar que a juventude possui um papel de liderança na inovação e construção de um futuro melhor. 

O Inovadores de Impacto nasceu para multiplicar histórias como essa!

Quem sabe a próxima não é a sua?

Lançamento dos Guias de Bolso Jovem

Hoje é dia de dar boas-vindas aos nossos novos Guias de Bolso Jovem! Assim como nosso Programa Educativo, é claro que os Guias de Bolso também iriam ficar de cara (e até nome!) nova, e você pode conhecê-los hoje, a partir das 16h!

Para acessá-los, siga esse passo a passo:

  • Acesse o site da Loja Escoteira
  • No menu, siga o caminho: Departamento Educativo → Categoria Programa Educativo Atualizado → Literaturas ou vá diretamente ao link: https://bit.ly/ProgramaEducativo-Literaturas  
  • Adicione as literaturas ao carrinho e clique em “Adquirir”.
  • Faça o login na sua conta. Caso seja o primeiro acesso, realize o cadastro em Minha conta → Cadastre-se → Associado.
  • Ao informar o CPF, seus dados serão preenchidos automaticamente a partir do Paxtu.

⚠️ Mas atenção: é necessário que o registro do associado esteja ativo para concluir o acesso. ⚠️

Inicialmente, os materiais serão disponibilizados com marca d’água, indicando que se tratam de arquivos passíveis de ajustes antes da versão final para impressão.

Ressaltamos a importância de acessar exclusivamente os arquivos pela plataforma oficial, evitando o uso de versões paralelas, desatualizadas ou modificadas. Assim, garantimos o acesso à versão mais recente e validada dos conteúdos!

Os associados terão o prazo de 10 dias para análise dos materiais e poderão contribuir com sugestões de revisão e aprimoramento através desse link!

Em casos de instabilidade ou lentidão, nossa equipe profissional estará disponível para oferecer suporte aos associados pelos canais oficiais, inclusive em plantão no sábado, dia 15 de novembro, das 8h30 às 12h.

Esses novos guias substituem algumas literaturas antigas e trazem um novo olhar sobre a vivência no Movimento!

Foto por Lucas Quintela Garcia

Ramo Lobinho

O Guia do Povo Livre substitui 3 literaturas: 

  • 1° Guia do Caminho da Jângal
  • 2° Guia do Caminho da Jângal
  • Alcateia em Ação!

O Guia do Povo Livre foi criado para apoiar lobinhos e lobinhas no dia a dia da alcateia! Ele reúne as informações essenciais sobre o funcionamento do ramo e apresenta as ações necessárias para conquistar os distintivos de progressão. Este livro, além de lúdico, conta com diversas ilustrações para alcançar a compreensão das crianças que utilizarão este material.

Foto por Serginho Villela

Ramo Escoteiro

O Guia da Descoberta Escoteira também substitui 3 literaturas:

  • Guia da Aventura Escoteira — Pista e Trilha
  • Guia da Aventura Escoteira — Rumo e Travessia
  • Tropa Escoteira em Ação

O Guia da Descoberta Escoteira apresenta o essencial para começar bem a jornada nesse Ramo! Reúne orientações sobre o funcionamento da tropa, o Período da Acolhida, distintivos de progressão, Eixos e Blocos de Aprendizagem, além de cerimônias, símbolos e sinais manuais — tudo para apoiar quem inicia novas aventuras com o grupo.

Foto por Simone de Oliveira Lima

Ramo Sênior

O novo Guia do Desafio Sênior substituirá os:

  • Guia do Desafio Sênior
  • Ramo Sênior em Ação

O Guia do Desafio Sênior reúne o essencial para os adolescentes de 15 a 17 anos, guias e seniores, vivenciarem momentos inesquecíveis com seus amigos. Esse livro traz orientações sobre o funcionamento da tropa, o Período da Acolhida, distintivos de progressão, Eixos e Blocos de Aprendizagem, além de cerimônias, símbolos e sinais manuais. Um apoio direto para quem está pronto para viver aventuras e superar desafios!

Foto por Bruna Bini

Ramo Pioneiro

O Guia do Horizonte Pioneiro substitui os livros:

  • Guia do Projeto Pioneiro
  • Clã Pioneiro em Ação

O Guia do Horizonte Pioneiro apresenta o essencial para jovens de 18 a 22 anos incompletos que iniciam a jornada no Clã, que será repleta de oportunidade de viver experiências únicas e momentos inesquecíveis! Ao mesmo tempo em que estarão elaborando um projeto de vida para o futuro, convivendo com novos conhecimentos e conceitos, poderão incorporar novas e importantes habilidades, que serão úteis por toda a vida.

Sempre Alerta!

Top 5 experiências que todo jovem vive no Escotismo

O Escotismo é cheio de momentos únicos! Entre aventuras e aprendizados, cada jovem constrói lembranças (e amizades!) que ficam para a vida toda. Selecionamos aqui o Top 5 experiências que marcam essa jornada!

1. Explorar a natureza e acampar:

Baden-Powell já dizia que “O ar livre é o objetivo real do Escotismo e a chave para o seu sucesso.” A ideia de se aventurar junto com os amigos é o que atrai a maioria dos jovens para o Escotismo, porém, durante a vivência dentro do Movimento percebe-se que vai muito além disso. É especialmente nos acampamentos que o jovem aprende a conectar-se com a terra e a água, a controlar o fogo de sua fogueira e ter mais autonomia ao montar sua barraca e cozinhando sua própria comida mateira. No início, o que parece perrengue depois torna-se uma forma de terapia. Você aprende a achar paz no ar livre. 

2. Descobrir (e melhorar) a si mesmo:

No Escotismo, cada passo do Programa Educativo é pensado com intenção: formar pessoas empáticas, éticas e conscientes, sempre buscando crescer em valores; tudo isso na prática 🙂 

Além disso, você aprende e desenvolve habilidades inter e intrapessoais, afinal, o Escotismo é coletivo! Como as atividades são sempre em grupo, sempre terão divergências e às vezes as coisas não sairão do jeito esperado… Você aprende a se frustrar e lidar com esse sentimento, a liderar e a ser liderado, mas também — dentre várias outras coisas — aprende a solucionar problemas e trabalhar em equipe.

Inclusive, há relatos de que muitos descobrem a própria vocação por conta das atividades! Alguém que decidiu fazer engenharia florestal por conta da experiência nos escoteiros, ou veterinária por contato com animais em atividade, e até mesmo direito, graças a um júri simulado que despertou naquele escoteiro (agora escotista!) o interesse pela profissão.

3. Fazer amizades (muitas vezes, pelo mundo inteiro!):

O convívio com outros jovens da sua Unidade Escoteira inevitavelmente faz com que alguns vínculos evoluam para amizades. E algumas delas duram para a vida inteira! 

Uma das melhores formas de conhecer pessoas e fortalecer os vínculos que já fez é participando de grandes eventos escoteiros (seja regional, nacional ou internacional!), e quanto maior, melhor! São nessas experiências que aventuras são vividas intensamente e amizades distribuídas em cada parte do país ou do mundo. Ah, não esqueça do lenço com o Nó da Amizade, hein?

4. Encontrar propósito ao participar de ações de serviço à comunidade:

Uma das partes da Lei Escoteira é “O escoteiro está sempre alerta para ajudar o próximo e pratica diariamente uma boa ação”; muitas vezes isso pode parecer clichê e reforçar o estereótipo do escoteiro que ajuda senhorinhas a atravessar a rua, mas vai muito além disso.

Quando um jovem participa de sua primeira ação social uma “chavinha” gira e sua percepção muda. Seja em uma campanha de arrecadação, na revitalização de um espaço público ou no apoio a pessoas em situação de vulnerabilidade, jovens descobrem que servir não é apenas ajudar o outro, mas também dar sentido às próprias escolhas. É nesse momento que propósito e impacto se encontram, dando sentido à icônica frase de Baden-Powell: “A verdadeira felicidade só se conhece através do serviço ao próximo.”

5. A sensação única de receber um reconhecimento:

Elogios e reconhecimentos públicos são legais para todos, mas nada se compara à emoção de receber um Cruzeiro do Sul, uma Lis de Ouro, Escoteiros da Pátria, Insígnia de BP e especialmente uma das condecorações! Esses distintivos representam sua evolução dentro (e fora) do Movimento, e recebê-los é experimentar uma mistura de orgulho, alegria e surpresa difícil de descrever, afinal, torna-se palpável toda trajetória de dedicação que levou até ali! Esse momento torna-se um marco de vida, lembrado para sempre como símbolo de superação e pertencimento.

E você? Quantas dessas experiências já viveu?

Foto por Alexandre Araújo

O Escotismo é feito de momentos que inspiram, ensinam e transformam. Se ainda não fez parte dessa jornada, o convite está feito: venha se aventurar com a gente!

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