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ESG e Responsabilidade Social Corporativa: como a parceria NTK e Escoteiros do Brasil representam esses valores
Se você acompanha as conversas sobre negócios e sociedade, já deve ter ouvido falar em ESG: o termo esteve bastante em alta entre 2020 e 2021, mas segue sendo uma pauta relevante no mundo corporativo em suas mais variadas áreas de atuação!
ESG é uma sigla em inglês que significa Environmental, Social and Governance, (em tradução livre: Ambiental, Social e Governança) para caracterizar um conjunto de critérios que as empresas adotam para avaliar seu desempenho e impacto nas áreas representadas por cada letra. Diversas pesquisas realizadas por consultorias renomadas no mercado (como EY, McKinsey, Ipsos, etc.) já apontam o crescimento da preocupação entre consumidores e investidores.
Segundo a pesquisa “Global Reporting and Institutional Investor Survey” (2022), da EY Consultoria, 78% dos investidores acham importante investir em ESG mesmo que haja redução de lucro a curto prazo e 99% dos investidores pesquisados usam as divulgações de ESG das empresas como parte importante em sua tomada de decisões.

Já do outro lado, de acordo com pesquisa da Teads, plataforma global de mídia, em parceria com a Kantar (2024), os consumidores estão mais exigentes e demonstram essas preocupações com a sustentabilidade ao realizar compras em marcas que se alinhem com seus valores. 47% dos entrevistados dão preferência a marcas sustentáveis e 46% a trocariam se descobrissem que ela não é sustentável! Além disso, 6 em cada 10 consumidores estão insatisfeitos com os esforços das marcas em ESG.
Mas como as empresas atingem esses objetivos? Bem, tudo depende de cada empresa, mas as ações mais populares são aumento de transparência e compliance, redução da pegada de carbono, políticas de diversidade e inclusão… Porém, esse cenário está relativamente estremecido nesses últimos anos.
Segundo o relatório “DeI sob pressão: adaptar, resistir ou desistir?”, da plataforma TeamHub, 51% das empresas brasileiras já fizeram reajustes internos devido a pressões políticas, sociais ou reputacionais, tanto nacionais quanto internacionais. Apesar disso, o próprio “pai do ESG”, o inglês John Elkington — sócio da consultoria Volans — vê essa crise como um momento para trabalhar não só a sustentabilidade, mas também para redesenhar o mercado. John afirma que o ESG se tornou um “frenesi alimentar”, com muitas empresas adotando a terminologia sem um compromisso real, e essa crise é uma oportunidade para trabalhar em um nível diferente; para exemplificar, cita os carros elétricos na Noruega, cujo uso foi incentivado por políticas públicas. Atualmente, 90% dos veículos novos vendidos no país são movidos a bateria.
Considerando que esse tipo de mudança depende de diversos fatores até se tornar uma política pública, além do período de aceitação e adesão da população, como pequenas e médias empresas podem atuar com ESG a curto prazo?
O mais importante é manter-se fiel aos seus próprios valores! Não adiantar tentar encaixar pautas ESG se não há uma cultura genuinamente preocupada com isso. O segredo está em começar pequeno, mas consistente, com ações que tragam impacto real. Veja algumas a seguir:
- Ambiental (Environmental): usar iluminação LED, revisar uso de ar-condicionado, investir em manutenção preventiva de equipamentos, priorizar fornecedores locais (diminuindo impacto de transporte), separar recicláveis, reduzir plástico.
- Governança (Governance): formalizar políticas simples de ética e transparência; criar diretrizes de ética e compliance; adotar práticas básicas de compliance; melhorar canais de comunicação interna.
- Social: investir em treinamentos de equipe; políticas claras de contratação e oportunidades iguais, mesmo que simples no início; criar benefícios que melhorem qualidade de vida do time; promover diversidade e inclusão; apoiar projetos comunitários ou ONGs locais.
Falar de ESG é falar de responsabilidade com o futuro. Já os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) apontam quais são os grandes caminhos para chegarmos lá. No Escotismo, esses dois mundos se encontram: jovens aprendem desde cedo a respeitar a diversidade, proteger o meio ambiente e agir de forma responsável em suas comunidades. Quando uma empresa apoia os Escoteiros do Brasil e incentiva o voluntariado corporativo, transforma esse compromisso em prática. Colaboradores têm a chance de exercer cidadania e empatia, enquanto a marca se conecta a causas relevantes e causa impacto social real.
Todas as atividades dos Escoteiros do Brasil são fundamentadas nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável — um conjunto de 17 objetivos e 169 metas globais definidos pela ONU em 2015, como parte da Agenda 2030, com a missão de erradicar a pobreza, proteger o planeta e promover paz e prosperidade até 2030. Desde o primeiro dia, jovens são incentivados a serem protagonistas em suas comunidades, ampliando o impacto positivo por meio de atividades semanais e de projetos que aprofundam essa conexão direta com os ODS, como mostrado no gráfico a seguir:

Nesse contexto, o voluntariado e as parcerias com ONGs se tornam estratégias concretas de resistência e reafirmação da responsabilidade social corporativa. É uma das formas mais eficazes de mostrar com quais valores sua empresa se identifica e quais pautas são importantes para a organização. Além disso, é vantajoso para todos!
Para as empresas, o ESG ganha força ao sair do discurso e se tornar prática, fortalecendo o negócio e atraindo talentos que buscam propósito. Para as organizações sociais, as parcerias ampliam alcance, fortalecem atividades e atraem recursos. Juntas, essas ações geram impacto social real e impactando diretamente na sociedade.
A NTK já está fazendo a diferença sendo parceiro dos Escoteiros do Brasil. Compartilhando o espírito de aventura, ambas organizações mantêm seu DNA fiel a sua história e em constante movimento. Em um mundo tão digitalizado e acelerado, nossas visões convergem no objetivo de reconectar as pessoas com a natureza e consigo mesmas, promovendo valores essenciais como educação, direitos das crianças e sustentabilidade, fortalecendo a responsabilidade social empresarial. Juntos, estamos construindo um futuro mais justo, fraterno e cheio de possibilidades para as próximas gerações.
Siga o exemplo da NTK e faça parte dessa história: seja um parceiro da Empresa Amiga!
BIBLIOGRAFIA:
- Para 78% dos investidores, investimento em ESG deve ser feito, mesmo com redução de lucro a curto prazo, aponta pesquisa da EY — EY Brasil, 2022 (acesso em 19/08/2025)
- Marketing e Sustentabilidade — Revista Cosmetics & Toiletries Brasil, publicada em Mai/Jun de 2024, Vol. 36 Nº3 (págs. 7 a 13) (acesso em 19/08/2025)
- ‘Recuo na agenda sustentável pode ser uma oportunidade para mudar’, diz ‘pai do ESG’ — Por Luciana Dyniewicz, Estadão, publicado em 16/08/2025 (acesso em 19/08/2025)
- Mais da metade das empresas no Brasil fizeram ajustes em ações de diversidade após pressões anti-ESG — Por Shagaly Ferreira, Estadão, publicado em 26/06/2025 (acesso em 19/08/2025)
- Como a parceria entre ONGs e empresas pode ampliar ações de impacto social — Por Bruna Oliveira, GZH, publicado em 18/12/2024 (acesso em 19/08/2025)


