Escoteiros do Brasil - Educação e lazer para crianças e jovens

Escoteiros do Brasil é finalista do 11° Prêmio Ozires Silva de Empreendedorismo Sustentável

16 de janeiro de 2018


Os Escoteiros do Brasil são finalistas da 11° edição do Prêmio Ozires Silva de Empreendedorismo Sustentável. Com o projeto ‘Escotismo Amazônico’, a instituição foi selecionada para competir na segunda fase do prêmio, na categoria ‘Empreendedorismo Social’. Neste grupo, os projetos são avaliados conforme critérios que julgam soluções para problemas sociais, empoderamento de minorias, iniciativas empreendedoras com o intuito de avançar causas que impactem na vida do cidadão, atividades inovadoras e projetos para cidadania e direitos humanos.

Para Ilka Gallego Campos, Diretora Nacional de Gestão Estratégica da União dos Escoteiros do Brasil, a classificação é motivo de alegria. “Termos a classificação num prêmio como este é muito significativo para a instituição, e o Escotismo Amazônico é só um dos projetos em regiões com vulnerabilidade social que temos”, explica. A Diretora ainda apontou o projeto como exemplo de ação que demonstra o objetivo educacional do Movimento. “É importante trabalhar questões sociais e que tenham real impacto na sociedade, e não fazer o bem apenas para quem está no Movimento. São crianças e jovens fazendo a diferença na sociedade em que elas vivem”, conclui.

Criado em 2013 com o objetivo de transformar a realidade e a sociedade de crianças, adolescentes e jovens da região amazônica, o ‘Escotismo Amazônico’ atuou por três anos na região de fronteira entre Brasil, Colômbia e Peru, inserindo os valores do Programa e do Método Escoteiro na área do Alto Solimões. Situada a 1,2 mil quilômetros da capital Manaus, a região é marcada pela desigualdade e problemas como alcoolismo, tráfico de drogas, prostituição, entre outros. Após três anos de atuação do Projeto, a região alcançou números como 12 Unidades Escoteiras Locais criadas e mais de 1.000 novos associados em oito cidades atendidas, além da capacitação de voluntários. Entre os grupos criados, dois são formados por membros da etnia Ticuna, a mais numerosa da Amazônia brasileira.

O ‘Escotismo Amazônico’ concorre na categoria empreendedorismo social, e está entre os 12 projetos mais relevantes do Prêmio Ozires Silva. A iniciativa da premiação é do ISAE (Instituto Superior de Administração e Economia) e do GRPCOM (Grupo Paranaense de Comunicação), e reconhece os projetos de empreendimento e sustentabilidade que contribuem de forma impactante para o desenvolvimento social. Já na 11° edição, a honraria leva o nome do engenheiro aeronáutico e co-fundador da Embraer, Ozires Silva. Na próxima fase, os Escoteiros do Brasil apresentarão o projeto para a comissão julgadora especializada no tema, que acontecerá no dia 25 de janeiro. A premiação com a divulgação do resultado final ocorrerá em cerimônia no dia 07 de fevereiro.

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